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Comunidade Angolana na Baviera e.V
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SEG, 24 DE AGOSTO DE 2009 01:12 Têm Governantes que esbanja do erário público
Angola24horas: Antes de tudo queremos agradecer pela amabilidade que teve para nos dispensar alguns minutos para essa entrevista que julgamos ser de transcendente importância, não apenas para a diáspora assim como para todos os angolanos e amigos de Angola. Senhor João Quipipa, pode falar-nos concretamente como surgiu à idéia para criação da "CAB e.v”, e qual é o seu objectivo,uma vez que temos assistido um nascer galopante de associações e projetos angolanos sendo mesmo alguns um tanto dúbios? João Quipipa: A idéia para a criação da CAB e.V, surgiu no âmbito de um encontro entre amigos da terra, com o objectivo de aproveitar o espaço vazio que havíamos notado há 2 anos atrás, ou seja: introdução da cultura angolana em território alemão, unir os angolanos, que se encontram desavindos, o que não tem sido fácil, contactos com as autoridades alemães e organizações não governamentais, no sentido de expormos as nossas preocupações e se possível, angariar fundos para apoiar a criação de projectos, que pretendemos realizar em Angola. Quanto ao surgimento, ou o nascer de outras Associações, só temos que as respeitar, desde que tragam alguns benefícios, para o desenvolvimento do nosso País. Angola24horas: Qual é a relação existente entre a "CAB e.V e as entidades diplomáticas angolanas, uma vez que tem sido notório o fortalecimento, das relações entre associações ou grupos que têm quase funcionado de braços dados com a embaixada de Angola? João Quipipa: Como deve saber a Embaixada de Angola, existe porque representa o Governo, é acreditada e para tal, também existe para resolver e ajudar os problemas dos angolanos na diáspora. A única relação que existe entre a CAB e.V e a Embaixada de Angola é meramente administrativa e é cordial, porque ela sabe quais são os nossos objectivos e para, além disto, somos uma Associação apartidária. Angola24horas: Como sabe o número de associações, clubes, cooperativas e grêmios tem disparado nos últimos tempos cá fora, tem alguma coisa a dizer-nos sobre isso? João Quipipa: Como me referi anteriormente e volto a repetir quanto ao surgimento ou o nascer de outras Associações, Clubes, Cooperativas e Grêmios, é sempre salutar, vivemos num mundo democrático onde a concorrência faz parte e deve ser respeitada, é sempre bem vinda, porque no fim, vence o melhor, a ver vamos. Angola24horas: Nos dias de hoje já é irrefutável o trabalho que tem sido desenvolvido por muitas organizações em prol do fortalecimento da democracia, do respeito pelos direitos humanos, como tem sido o lema da IAADH, mais não lhe parece ser pouco? (Em comparação com ás tantas iniciativas de caráter recreativo como; as farras umas atrás das outras e passagens de modelos) João Quipipa: É melhor fazer pouco do que nada, todas as coisas, levam o seu tempo a serem feitas e devagar se vai ao longe, diz um velho ditado e não se esqueça, de que quando se fala de democracia e direitos humanos, ainda existem pessoas, que não sabem o que isto significa, por esta razão, esta e outras organizações, assim como a nossa, devem existir, não só na diáspora, como também em Angola. Quanto as iniciativas de carácter recreactivo como as farras umas atrás de outras, também não fugimos à regra, é lógico que qualquer pessoa gosta de dar um pé de dança, para relaxar e esquecer um pouco as malambas da vida, mas é claro que nós só organizamos os programas, conforme a necessidade e disponibilidade do tempo, tendo em conta, os factores: porque, como, aonde se deve realizar o acto e com que meios? Sabe que sem ovos não se fazem omeletas. Angola24horas: Por vezes me parece que algumas associações ou grêmios, não têm pernas nem cabeça, ou seja, um projeto credível, lhes faltando àquela força impulsionadora para as mudanças de mentalidade enquanto outras têm capacidade técnicas, as coisas bem definidas, objetivos e se sentem seguros do que dizem. Quer argumentar isso? João Quipipa: Eu gostaria de dizer, que se as coisas não vão bem, com as Associações ou Grêmios à que se refere, então é porque algo correu ou corre mal e para tal, é necessário se convocar reuniões e debates públicos, com todos os intervenientes, para que se análise e se corrijam os erros. Em muitos dos casos, as Associações que existem hoje e lutam pela sua manutenção, surgiram de outros projectos e trabalhos, realizados por outros antecessores (outras Chefias), que desistiram por incompetência, fazendo com que muitos angolanos, desesperados e descontentes, deixassem de participar e dar o seu apoio às Associações, o que torna difícil reorganizar as coisas e trazer às pessoas ao entendimento, este é o grande problema que nos deparamos, alias é preciso antes de formarmos uma Comunidade pensarmos no estatuto, Regulamento interno e numa estrutura que vela pela implementação. Na CAB e.V, por exemplo, existe o Conselho de Representante que tem como tarefa primordial controlar os trabalhos do Secretariado Executivo e este por sua vez é o mentor da implementação das idéias saídas das diferentes reuniões e Assembléias. Next >>
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João Quipipa
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